TIRE SUAS DÚVIDAS. Ligue para gente: (21)2226-5113
Portal IBKL

Blog

Andragogia: o que é, e como aplicar à educação na saúde?

Andragogia é a arte e a ciência de ajudar os adultos a aprenderem – em contraste com a pedagogia, como a arte e a ciência de ensinar crianças. A educação de adultos precisa de professores, métodos e filosofias especiais, e este é um conceito aplicado aos treinamentos de profissionais de saúde para obter os melhores resultados.

Os seis princípios da andragogia

Existem seis princípios fundamentais sobre a aprendizagem de adultos, andragogia, que se aplicam a todas as situações de aprendizagem: a necessidade saber, o autoconceito do aprendiz, o papel das experiências dos aprendizes, a prontidão para aprender, a orientação para a aprendizagem e a motivação para aprender.

É interessante que os instrutores/facilitadores sempre criem mecanismos para que os alunos façam a transição da aprendizagem passiva para se tornarem aprendizes autodirigidos.  A experiência do aprendente onde ele é o elemento chave é a melhor fonte de aprendizagem.

Os adultos normalmente estão dispostos a aprender o que necessitam saber, e são capazes de fazer isso com o propósito de enfrentar as situações da vida real. Assim, as experiências pessoais e profissionais, atreladas à prontidão para aprender, contribuem para estabelecer as necessidades de aprendizagem, com vistas à capacitação para a execução de tarefas ou problemas com os quais tem de lidar no ambiente profissional.

andragogia

O aprendizado do profissional de saúde

Trazendo esses princípios para o universo da saúde, pode-se dizer que é importante que os treinamentos sejam sobre temas relevantes ao trabalho desempenhado pelo profissional, problemas reais que precisem de soluções, que levem em consideração os seus conhecimentos prévios sobre o assunto, que a aplicação do que ele aprendeu seja percebida de forma rápida e clara, que ele tenha uma participação ativa no processo de aprendizagem e que seja motivado e reconhecido pela sua constante evolução.

Cristiana Silveira, gerente de soluções educacionais do IBKL, explica: “Temos que nos preocupar não só com o que vamos ensinar, mas em como vamos ensinar. Esse é o diferencial: como vamos fazer o aluno entender. Ele tem que entender por si só, o professor precisa ser um facilitador do processo, não um mero transmissor de conhecimento. O aluno precisa não só ouvir, mas também discutir, pensar, ensinar e refletir criticamente sobre o que está acontecendo”.

Metodologias ativas de ensino, como por exemplo a simulação realística, colocam em prática estes conceitos no treinamento dos profissionais de saúde. Eles precisam lidar com situações idênticas às que enfrentam em sua rotina de trabalho e usar seus conhecimentos e técnicas para encontrar soluções para os problemas. Depois disso vem o debriefing, onde se discute o que foi realizado durante do treinamento e o aluno recebe um feedback sobre as habilidades técnicas e comportamentais que demonstrou e sobre as soluções que propôs ao cenário.

Para saber mais sobre a metodologia do IBKL e ter em sua instituição de saúde uma solução educacional completa com acompanhamento permanente, capacitando seus profissionais para obterem os melhores resultados, entre em contato conosco e agende uma apresentação!