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METODOLOGIAS ATIVAS DE APRENDIZAGEM: A EDUCAÇÃO DO SÉCULO XXI

As metodologias ativas de aprendizagem são o futuro da educação no século XXI.  O protagonismo dos estudantes é uma das grandes características da educação neste século. E com a transformação digital, escolas e professores precisam buscar posturas diferentes em sala de aula, para conseguir agregar mais conhecimento aos alunos do que a internet pode oferecer, já que o mercado de trabalho passou a buscar habilidades diferentes, forçando os sistemas de ensino a pensarem em desenvolvimento cognitivo e comportamental, além do intelectual.

Conectado às novas metodologias de ensino, o IBKL, que é uma empresa especializada em soluções educacionais de saúde, através de núcleos de treinamento montados dentro dos próprios hospitais e instituições de ensino superior, criou em 2016, o programa Medflix, um modelo inovador para o desenvolvimento, aplicação e controle de programas de educação permanente presenciais. Com o modelo de treinamento sendo realizado dentro da própria instituição, é possível envolver mais profissionais e reduzir custos com deslocamento, além de otimizar a logística do treinamento. O IBKL estruturou também o Medflix e-learning, trazendo para aulas online ao vivo, os princípios das metodologias ativas de ensino e do PBL, siga em inglês para Aprendizagem Baseada em Problemas. Neste contexto, o instrutor apresenta casos clínicos e estimula a participação ativa dos alunos e seu pensamento crítico e reflexivo ao longo de cada curso.

Segunda matéria do jornalista Diego de Oliveira Pinto, no Blog Lyceum, antigamente o papel dos professores era reproduzir conhecimento, enquanto os alunos recebiam lições e se preparavam para provas. Hoje, as escolas também valorizam a prática, colocando o estudante como protagonista de seu próprio aprendizado e, ainda, tentam proporcionar uma formação mais ampla, pois o estudante é visto como o responsável pelo seu avanço.

Cada vez mais, há uma construção coletiva e dinâmica da aprendizagem, com estudantes compartilhando experiências e buscando métodos de ensino ativos. Para garantir o interesse por parte da turma, a figura do professor se assemelha mais à de um orientador/facilitador. O docente apresenta as ferramentas didáticas e tecnológicas para conduzir o aluno em sua trajetória escolar, mas o conhecimento é construído horizontalmente, com a participação ativa dos alunos.

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE ENSINO

As metodologias ativas de aprendizagem são outro ponto-chave na educação no século XXI. Elas dizem respeito a alternativas mais dinâmicas para a vivência em sala de aula, que tornam praticamente obsoleta a assimilação passiva de conhecimento de alguns anos atrás.

De acordo com o psiquiatra americano William Glasser, métodos mais ativos do que a leitura ou a observação são muito mais efetivos. Em sua pirâmide da aprendizagem, ele afirma que aprendemos:

  • 10% quando lemos;
  • 20% quando escrevemos;
  • 30% quando observamos;
  • 50% quando vemos e ouvimos;
  • 70% quando discutimos com os outros;
  • 80% quando praticamos;
  • 95% quando ensinamos aos outros.

Partindo dessa sistematização, o sucesso das metodologias ativas se consolida a cada dia. Alguns exemplos são:

  • a sala de aula invertida — quando o aluno estuda o conteúdo sozinho, por meio do contato prévio com leituras de apoio ou outros materiais. A sala de aula vem depois, com a exposição do professor ajudando a fixar conceitos, elucidar dúvidas e analisar estudos de caso;
  • a aprendizagem baseada em projetos (ABP) — quando parte da aula é a resolução coletiva de problemas, com o auxílio da tecnologia. Ou seja, os conteúdos teóricos vêm sempre acompanhados de projetos para aplicação prática dos conhecimentos;
  • os laboratórios experimentais — outro forte expoente da aprendizagem ativa é a chamada cultura maker, marcada por experiências estimulantes e que colocam à prova a capacidade criativa dos alunos, como laboratórios de inovação e aulas de programação.

Um estudo da Dell Technologies para o Instituto para o Futuro (IFTF, na sigla original) estima que 85% das profissões de 2030 ainda não existam hoje, mas seu nascimento está sendo impulsionado pela transformação digital. As novas exigências do mercado de trabalho movimentam uma transformação importante na educação.

Mais do que conhecimento técnico, o mundo profissional atualmente — e cada vez mais — valoriza capacidades comportamentais, como a autonomia, a inteligência socioemocional, a criatividade e o protagonismo social.

Finalizando, o Diretor Executivo do IBKL, Thiago Ungier, acrescenta: “ novos recursos tecnológicos vem contribuindo de forma relevante no processo de aprendizado tanto de acadêmicos como de profissionais já formados. Em muitos casos, recursos como o e-learning podem ser de grande  utilidade. Por outro lado, quando se trata de profissionais de saúde, o treinamentos presencial, especialmente através de métodos ativos como a simulação realística, se mostra como um diferencial importante na capacitação dos membros da equipe multidisciplinar (médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, etc.), trabalhando não só as habilidades técnicas como, especialmente, as comportamentais. Fatores como aprender fazendo, com aplicação imediata e em um ambiente seguro para o aluno (não envolvendo riscos ao paciente real) contribuem para o seu engajamento e uma maior retenção de conhecimento, como o indicado na matéria.