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MINISTÉRIO DA SAÚDE TRABALHANDO CONTRA COVID-19

O Ministério da Saúde reconhecendo a chegada ao grau de disseminação da epidemia do novo coronavírus causado pelo vírus Sars-Cov-2, gerando a doença denominada Covid-19, vem tomando rápidas providências: inicialmente procedeu a uma revisão sistemática de todos os dados até o momento sobre o Covid-19 e reuniu um grupo de especialistas em Brasília, sob a chancela das Organizações Pan-Americana e Mundial da Saúde, para estabelecer, não só um controle de qualidade sobre a geração de dados epidemiológicos produzidos no Brasil, como a organização dos serviços do SUS para fazer frente à epidemia.

Segundo a pneumologista Margareth Dalcolmo, da Fundação Oswaldo Cruz, “a partir daí, todos os estados e as instituições como a nossa, fizeram seus planos de contingência, no sentido de reorganizar a redistribuir pessoal, convocar pessoas que já estavam fora do serviço, organizar o fluxo de funcionários, servidores e pacientes, equacionar a quantidade de equipamentos de proteção individual, a otimização e a racionalização dos produtos indispensáveis, no sentido de enfrentar a grave crise pela qual estamos passando.

O que se espera nessas próximas semanas é uma grande disseminação da epidemia, sobretudo nas áreas de maior concentração urbana, como o Rio de Janeiro que é uma preocupação especial tanto do ponto de vista dos governantes, quanto dos médicos, tendo em vista que a disseminação nos 2 milhões de pessoas que vivem em comunidades, pode ter efeitos realmente catastróficos. Outra grande preocupação, do ponto de vista sanitário epidemiológico, são as populações dos presídios. O número de pessoas presas é imenso. Na hora que isso bater nas condições absolutamente sub-humanas nas quais vivem esses presidiários, terá efeito devastador.

As ações que têm sido tomadas pelas autoridades, são corretas. A comunidade médica e acadêmica tem sido ouvida. Acho que temos que continuar combatendo toda essa quantidade imensa de fake news e informações sem nenhuma consistência científica. Nós médicos temos uma responsabilidade muito especial em transmitir informações. Portanto, as informações que tenho tentado transmitir, são baseadas em estudos publicados, com olhar crítico e rigoroso sobre cada resultado encontrado, porque se trata de uma situação e uma doença muito nova.”