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Saúde precisa se preparar para envelhecimento da população

O envelhecimento da população brasileira exigirá gasto adicional de R$ 50 bi em saúde até 2027, segundo estimativa do Relatório de Riscos Fiscais da União. Em 2020, o orçamento da saúde é de R$ 135 bilhões, segundo a proposta orçamentária aprovada pelo Congresso no final do ano passado. Para além do impacto financeiro, instituições de saúde precisam se preparar tecnicamente para acompanhar o crescimento do número de idosos no Brasil.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a parcela da população com mais de 65 anos era de 10,5% em 2018, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada em maio de 2019. Pelas projeções do instituto, esse percentual atingirá 15% em 2034 e alcançará 25,5% em 2060.

Home care é uma das tendências

Além do envelhecimento da população, há ainda uma grande necessidade de desospitalização, considerando que grande parte da população está envelhecendo com doenças crônicas/degenerativas ou sequelas de outras. E essas pessoas precisarão de cuidados específicos por profissionais qualificados, mas sem a necessidade de permanecer no hospital, evitando infecções hospitalares e proporcionando uma maior convivência do paciente com a família e outros que façam parte do seu círculo social. É o cenário perfeito para o aumento da demanda de Home Care.

saúde do idoso

Entretanto, os profissionais precisam estar capacitados para lidar com as especificidades desta modalidade assistencial. A biblioteca de cursos do IBKL possui um módulo específico para atendimento domiciliar, voltado para médicos, enfermeiros e técnicos. A metodologia de ensino é ativa e focada em conhecimentos específicos que melhoram significativamente a qualidade do serviço prestado.

75% dos idosos usam apenas o Sistema Único de Saúde

O Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros apontou que 75,3% dos idosos brasileiros dependem exclusivamente dos serviços prestados no Sistema Único de Saúde, sendo que 83,1% realizaram pelo menos uma consulta médica nos últimos 12 meses. Nesse período, foi identificado ainda que 10,2% dos idosos foram hospitalizados uma ou mais vezes.

A preparação para receber estes pacientes, no entanto, deve começar desde a formação dos profissionais de saúde, em escolas técnicas e universidades, e não pode ser delegada apenas ao SUS. Todo o mercado da saúde sentirá os impactos deste envelhecimento da população e o aumento deste perfil de consumidores de serviços de saúde.

A educação continuada pode ser uma aliada importante neste processo, pois através de metodologias como a do IBKL, hospitais, centros de saúde e acadêmicos podem capacitar profissionais de saúde para lidar com os principais problemas enfrentados pelos idosos dentro do próprio ambiente e horário de trabalho.

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